Para Maurício Tragtenberg (1985), “na unidade escolar é o
professor que julga o aluno mediante a nota (...), define o
programa de curso nos limites prescritos e prepara o sistema de
provas ou exames(...) A própria disposição das carteiras reproduz
relações de poder: o estrado que o professor utiliza acima dos
ouvintes, estes sentados em cadeiras linearmente definidas,
próximas a uma linha de montagem industrial, configura a
relação “saber/poder” e “dominante/dominado”. A possibilidade
de desvincular saber de poder, para o pensador, reside: