Apesar de informações circulantes de malefícios sobre a sucralose, não foram encontrados estudos científicos (desenvolvidos
com humanos e em quantidade representativa) que suportem as afirmações de que o consumo do edulcorante aumentaria a
secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer.
A sucralose foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) como um edulcorante de mesa em 1998, seguindo-se a
aprovação como um adoçante de uso geral em 1999. Antes de aprovar o adoçante, o FDA revisou mais de 100 estudos de
segurança realizados no edulcorante, incluindo estudos para avaliar o risco de câncer. Os resultados destes estudos não mostraram
nenhuma evidência de que o adoçante cause câncer ou represente qualquer outra ameaça à saúde humana. Não existem evidências
claras de que os adoçantes disponíveis comercialmente nos Estados Unidos estejam associados com o risco de câncer em seres
humanos.
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/recomendacao-cfn-no-32016-sucralose/Acesso em 20 fev. 2018).
Em relação a sucralose, é correto afirmar que o Conselho Federal de Nutricionistas CFN recomenda: