Na análise de Netto (2010, p.22), “(...) é largo o leque de
fenômenos contemporâneos que indicam o exaurimento das
possibilidades civilizatórias da ordem tardia do capital (...)”.
Considerando a assertiva do texto 1, no que concerne ao mundo
do trabalho, o abismo entre o crescimento da renda dos
capitalistas e a penúria dos trabalhadores deve-se, em grande
parte, a dois indicadores: