As teorias socioculturais da alfabetização destacam o
papel fundamental da cultura no desenvolvimento e na
prática da leitura e da escrita. Sob essa perspectiva, a
alfabetização é vista como uma prática social, inserida
em contextos culturais específicos e mediada por
ferramentas culturais. A pesquisa nessa área baseia-se
na ideia de Vygotsky de que o aprendizado da linguagem
é moldado pelos contextos sociais em que as crianças
vivem, utilizando uma série de ferramentas de mediação
para construir significado.
Nessa visão, a natureza e o significado da alfabetização
são construídos: