As disfunções temporomandibulares (DTM) são consideradas um significante problema de saúde pública, ocupando o segundo lugar entre as condições musculoesqueléticas que mais resultam em dor e incapacidade, ficando atrás apenas de
lombalgia crônica.
(Fonte: CONTI, Paulo. Disfunções Temporomandibulares e Dores Orofaciais.
2021).
Constituem fatores contribuintes para as DTM:
I. Macro e microtraumas nas estruturas do sistema estomatognático.
II. Fatores sistêmicos, como doenças degenerativas, endócrinas, infecciosas, metabólicas, neoplásicas, neurológicas, vasculares e reumatológicas. Espondilopatias têm o potencial de causar dor, limitar a amplitude de movimento mandibular e gerar alterações degenerativas da
ATM.
III. Fatores genéticos: diversos estudos constataram que polimorfismo
nos genes IL-1 e IL-6 possuem significativa relação com o desenvolvimento de DTM e podem influenciar a sensibilidade dolorosa mecânica.
IV. Algumas condições de artrites inflamatórias podem causar destruições
importantes nas estruturas, enquanto quadros de fibromialgia facilitam
a instalação e manutenção das dores faciais crônicas.
Em relação à etiologia das disfunções da ATM, está CORRETO o que se afirma
em: