Referência no campo, o semioticista italiano
Andrea Semprimi entende que as marcas,
contemporaneamente, têm complexos níveis de
significado e significação, sendo que três
dimensões caracterizam sua atuação como objeto
semiótico enunciador de significados relevantes
(natureza semiótica), evidenciando ainda a
necessidade de manter uma unidade no discurso
dos diversos sujeitos que definem a marca em
dois aspectos principais na sua relação com o
consumidor e no contrato da comunicação
(natureza relacional) e, por último, a importância
de as marcas pós-modernas serem mutáveis e
adaptáveis ao ambiente no qual se situam
(natureza evolutiva).
No tocante a riscos, aquele que pode ser atribuído à
natureza evolutiva de uma marca pós-moderna é: