Um dos grandes desafios da atualidade é a inclusão do autista
nas escolas, que é um direito garantido por políticas públicas,
seja nas esferas municipal, estadual e federal. Além disso, é um
passo extremamente importante para a formação do autista,
trazendo contribuições na autonomia e no seu desenvolvimento, preparando para os obstáculos que irão aparecer no
futuro, pois, após a idade escolar, eles se deparam com o mercado de trabalho. O primeiro passo, entretanto, é conhecer e
(re)conhecer as características do TEA.
I. O TEA é dividido de forma geral nos graus I (leve); II (moderado); e, III (severo), mas na realidade o espectro é muito
mais amplo do que isso. Engloba em seu espectro as psicoses
infantis, a síndrome de Asperger, a síndrome de Kanner e a
síndrome de Rett.
II. Os autistas têm dificuldades para interpretar a linguagem
verbal e não verbal. Estes e outros transtornos do espectro
começam na infância e tendem a diminuir na adolescência e
na idade adulta.
III. Mudar a rotina pode ser muito angustiante para os autistas.
É importante pensar em estratégias para ajudar a pessoa
com TEA a lidar com situações atípicas como asfestas de
final de ano, mudanças de casa e/ou escola, ou até mesmo
algo mais simples como a mudança da rota de um ônibus.
IV. Os autistas apresentam hiperfoco, uma característica que
pode mudar com o tempo ou durar a vida toda, e também
crises conhecidas como crises de desregulação – meltdow e
de desligamento – shutdown.
Está correto o que se afirma em