A observação lúdica é um recurso utilizado pelo psicólogo,
durante a realização de um processo psicodiagnóstico,
para conhecer a realidade da criança que foi trazida
para o atendimento. É correto afirmar que, durante a observação
lúdica, a criança
A tem a possibilidade de brincar, em um contexto particular,
sem um enquadramento específico e sem explicitação
de papéis, o que lhe permite total liberdade
expressiva.
B comunica suas fantasias sem a interferência do processo
primário, o que facilita a compreensão dos
conflitos responsáveis pela sua sintomatologia.
C expressa, por meio da linguagem e do uso apropriado
dos verbos e das leis de pensamento, a natureza
das fantasias que dominam seu mundo interno.
D ainda não estabeleceu um vínculo transferencial
com o terapeuta, por isso, o campo da entrevista
organiza-se, basicamente, pelas variáveis da personalidade
da criança.
E expressa somente um segmento de seu repertório,
reatualizando no presente um conjunto de fantasias
que irão se sobrepor ao campo de estímulo.