Não há produção de saúde sem produção de saúde mental.
Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em
saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. Se uma criança ou um adolescente apresenta algum grau de sofrimento (com angústias,
medos, conflitos intensos, por exemplo), não será possível
tratar sua saúde sem considerar esse componente emocional/relacional significativo. Muitos sintomas físicos têm origem em situações de sofrimento psíquico de origens diversas
(na relação com instituições, com a família e consigo mesmo,
dentre outras). Na dimensão da saúde enquanto produção de
uma comunidade de sujeitos responsáveis pelo cuidado de si
e do outro, a questão essencial é a garantia do direito à palavra. Não há responsabilização possível sem que seja garantida
a escuta daquele a quem se quer responsabilizar.
(Disponível em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_psicossocial_cria
ncas_adolescentes_sus.pdf. Adaptado.)
Posto isso, uma política de saúde mental infanto-juvenil deve
considerar algumas diretrizes. Referente a tais diretrizes, é
INCORRETO afirmar que: