“A adoção de políticas distributivas mais ousadas sempre foi
ponto central do programa do PT. Desde a campanha presidencial
de 2002, o partido vinha defendendo a implementação imediata
de um programa de erradicação da pobreza extrema, sob o rótulo
de Fome Zero. Depois de um período inicial de indefinição, em que
se chegou a contemplar o desafio logístico de assegurar
distribuição física de alimentos a famílias carentes país afora, o
Fome Zero evoluiu rapidamente para o Bolsa Família, um
programa mais abrangente de transferência de renda, resultante,
em boa medida, da unificação, em outubro de 2003, de programas
mais específicos criados no governo anterior.”
(Ordem do Progresso: dois séculos de política econômica no Brasil, p. 369. Vários
autores. 2ª edição)
Como consequência dessa e de outras políticas redistributivas
adotadas nos dois mandatos do presidente Lula, podem ser
citados: