Anatol Rosenfeld (1965, p. 11), em seu O teatro épico, escreve que o “gênero lírico foi [...] definido
como sendo o mais subjetivo: no poema lírico uma voz central exprime um estado de alma e o traduz
por meio de orações. Trata-se essencialmente da expressão de emoções e disposições psíquicas,
muitas vezes também de reflexões e visões enquanto intensamente vividas e experimentadas.”
Não perdendo de vista o caráter histórico de qualquer conceito envolvendo gêneros literários, assinale,
entre os excertos abaixo, aquele que se adequa ao que Rosenfeld considera como lírico: