Os pais de Júlio, criança de nove anos, foram chamados pela coordenadora da escola de seu filho porque este vem apresentando dificuldades de aprendizagem na lectoescrita. Diante da situação relatada, a coordenadora aconselhou-os que buscassem um tratamento psicopedagógico. Os pais assustaram-se com as colocações da coordenadora, pois desconheciam o que consistia tal tratamento. Para tranquilizá-los, a coordenadora explicou-lhes que, após traçado o diagnóstico e elaborado um plano de intervenção, Júlio passaria por algumas sessões com o psicopedagogo, que se utilizaria de recursos como jogos, livros e computador, visando à desaparição do sintoma e à possibilidade de ele