“Como não haveria de ser evidente mesmo para um
cego, como se diz? Enquanto não houvermos feito
esta contestação, nem essa demonstração, não
poderemos, de forma alguma, falar nem de discursos
falsos, nem de opiniões falsas, nem de imagens, de
cópias, de imitações ou de simulacros, e muito menos
de qualquer das artes que deles se ocupam, sem cair,
inevitavelmente, em contradições ridículas.”
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a
discussão central do diálogo que pretende afirmar
qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a
distinção e definição dos conceitos de: