“[...] no desenvolvimento da memória coletiva, não há
linhas de separação claramente traçadas, como na
história, mas somente limites irregulares e incertos.
O presente (compreendido como certa duração, aquela que
concerne à sociedade de hoje) não se opõe ao passado
como se distinguem dois períodos históricos vizinhos.
Pois o passado não existe mais, ao passo que, para o
historiador, os dois períodos têm, igualmente, realidades”.
HALBWACHS, M. La mémoire collective, p. 134.
In: REVEL, Jacques. Proposições: ensaios de história e
historiografia. Rio de Janeiro: Eduerj, 2009. p. 63.
Sobre a leitura que Maurice Halbwachs empreende das
relações entre história e memória, é correto afirmar: