Mariana, uma recém-nascida de 36 semanas de idade
gestacional, nasceu de parto vaginal, sem intercorrências. Seu peso ao nascimento foi 2.450 g, e o exame
físico inicial estava dentro da normalidade. Durante a internação, observou-se icterícia nas primeiras 24 horas
de vida, o que levou à solicitação de bilirrubina total e
frações. Os exames laboratoriais mostraram bilirrubina
total de 15 mg/dL, com fração indireta predominante, hematócrito de 48% e reticulócitos aumentados. O teste de
Coombs direto foi positivo, e a tipagem sanguínea revelou mãe O positivo e recém-nascida A positivo. A lactação apresentava dificuldades, com perda de peso superior a 7% em relação ao peso de nascimento e sinais de
desidratação leve.
Com base nesse caso, qual é a conduta mais apropriada
para o manejo da hiperbilirrubinemia em Mariana?