O Rio Grande do Norte, especialmente em
cidades como Natal e São Miguel do Gostoso, possui
casarios históricos que são símbolos da memória
cultural e arquitetônica da região. Esses imóveis, muitas
vezes protegidos por tombamento, apresentam
características típicas do período colonial, como
fachadas com janelas de madeira, adornos decorativos
e cores vibrantes. Um desses casarios, localizado no
centro histórico de Natal, foi adquirido por uma empresa
para ser transformado em um centro cultural, mas as
exigências contemporâneas, como acessibilidade e
instalações modernas, trouxeram desafios ao arquiteto
responsável pela restauração.
Durante a elaboração do projeto, o arquiteto propôs
mudanças na fachada do imóvel, como a remoção de
adornos originais e a ampliação das aberturas para
maior entrada de luz natural. Considerando o
tombamento do imóvel e as normas de proteção ao
patrimônio histórico, quais seriam as implicações dessa
proposta?