Sobre o tratamento farmacológico da Diabetes mellitus
tipo 2 (DM2), segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de
Diabetes (2022), é correto afirmar que:
A em pacientes que usam metformina, deve-se avaliar
a deficiência da vitamina B12, cujos níveis devem ser
verificados anualmente após os 4 anos de início da
medicação; deve-se avaliar ainda a redução de sua dose
em 30% se houver insuficiência renal crônica pelo risco de
acidose metabólica
B em adultos com DM2, com os sintomas de poliúria,
polidipsia e perda de peso, que apresentam hemoglobina
glicada maior que 9% ou glicemia de jejum maior ou igual a
250 mg/dL, é recomendado o tratamento à base de insulina
para melhorar o controle glicêmico, ainda que de forma
transitória
C em adultos não gestantes com diagnóstico recente de DM2,
sem doença cardiovascular ou renal, assintomáticos, onde
a HbA1c é > 8,0%, a terapia com metformina associada
à insulina deve ser considerada para melhorar o controle
glicêmico
D os agonistas do receptor da GLP1 podem ser usados em
gestantes ou pacientes com doença renal crônica e podem
ser considerados no tratamento quando há surgimento de
microalbuminúria. Também podem ser usados em pacientes
com doença cardiovascular clinicamente estabelecida