[...] é bem difícil imaginar que uma criança de 4 ou 5
anos, que cresce num ambiente urbano no qual vai
reencontrar, necessariamente, textos escritos em
qualquer lugar (em seus brinquedos, nos cartazes
publicitários ou nas placas informativas, na sua
roupa, na TV, etc.) não faça nenhuma ideia a respeito
da natureza desse objeto cultural até ter 6 anos e
uma professora à sua frente.
(FERREIRO & TEBEROSKY. Psicogênese da Língua escrita, 1999, p. 29).
Segundo Emília Ferreiro, para aprender a ler e a
escrever é preciso apropriar-se desse conhecimento,
através da reconstrução do modo como ele é
produzido. Dessa maneira, defende-se que: