Laura possui um filho com deficiência intelectual e há cerca de
5 anos tem o pedido de Benefício de Prestação Continuada (BPC)
negado por quesito saúde. Segundo ela, o médico-perito não
identifica a deficiência de seu filho.
O Assistente Social, ao ler as alegações inscritas no processo
previdenciário, articulou com o médico-assistente a construção
de um novo laudo em que se constatasse a invalidez do referido
usuário.
Sobre as estruturas sociais de normatização referente às pessoas
com deficiência, em consonância com o Código de Ética
Profissional do/a Assistente Social, podemos afirmar que o(a)
Assistente Social