"A farmácia tinha um cartaz que orientava os clientes a
usarem o medicamento caso fossem beber e dirigir. O
anúncio dizia que o motorista não teria problemas no momento do teste, pois o medicamento seria capaz de
mascarar os efeitos do álcool.
O remédio, de tarja vermelha, foi lançado há pouco mais
de um mês no Brasil e era vendido sem receita. Os
fiscais do conselho pediram a retirada do cartaz de
propaganda".
O farmacêutico responsável pela farmácia descrita na
reportagem foi notificado pelo Conselho Regional de
Farmácia, pois de acordo com o Código de Ética da
Profissão Farmacêutica é proibido: