A identificação de vítimas de desastres em massa requer um
serviço organizado e sequencial que permita a otimização do
desempenho de profissionais em campo, com o melhor
aproveitamento do tempo, e sem a perda de acurácia no
processo de reconciliação. Internacionalmente, o protocolo
para a identificação de vítimas de desastres em massa
proposto pela INTERPOL (International Criminal Police
Organization) é amplamente difundido e sobre a identificação
de vítimas de desastres em massa e o protocolo da
INTEPROL, considere as asserções a seguir:
I. Ao odontolegista é facultada a conclusão de “identificação”
quando há certeza absoluta de que os dados antemortem e
postmortem são do mesmo indivíduo.
II. Ao odontolegista é facultada a conclusão de “identificação
provável” quando há a correspondência de características
antemortem e postmortem, porém os registros não possuem
relação temporal.
III. Ao odontolegista é facultada a conclusão de “identificação
possível” quando não há discrepância inexplicável entre dados
antemortem e postmortem, mas as concordâncias dentais são
em número inferior a 10.
IV. Ao odontolegista é facultada a conclusão de “exclusão”
quando não existem dados antemortem que viabilizem a
identificação humana por comparação.
V. Cinco são as conclusões facultadas ao odontolegista durante
operações de identificação de vítimas de desastres em massa.
Assinale a alternativa verdadeira: