Leia atentamente, abaixo, a letra da canção de Lia de Itamaracá, que faz parte do
repertório das cirandas de roda da cultura brasileira.
Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa
De pé descalço e te vejo no altar
Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa
De pé descalço e te vejo no altar
Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro
No seu cavalo, ele vive a galopar
Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro
No seu cavalo, ele vive a galopar
E nessa ida, quando saio pra trabalhar
Eu levo flores pra São Jorge e Iemanjá
Iemanjá, Iemanjá
É mamãe sereia, é a rainha do mar
Iemanjá, Iemanjá
É mamãe sereia, é a rainha do mar
Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa
De pé descalço e te vejo no altar
Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa
De pé descalço e te vejo no altar
Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro
No seu cavalo, ele vive a galopar
Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro
No seu cavalo, ele vive a galopar
E nessa ida, quando saio pra trabalhar
Eu levo flores pra São Jorge e Iemanjá
Iemanjá, Iemanjá
É mamãe sereia, é a rainha do mar
Iemanjá, Iemanjá
É mamãe sereia, é a rainha do mar
Iemanjá, Iemanjá
As cirandas fazem parte do repertório cultural e mantêm viva a memória ancestral e
religiosa brasileira. Nesse contexto,