No fim do século XVIII, o médico escocês Alexander
Crichton descreveu um quadro de incapacidade de resistir às impressões repentinas dos objetos ao redor e de
se concentrar em um único objeto por tempo suficiente
para observá-lo com precisão. No início do século XX, o
pediatra britânico George Still também descreveu quadro
semelhante e usou o termo “controle moral” para se referir à desobediência e à falta de autocontrole na inibição
de comportamentos inadequados. Levantou a hipótese
de que essas características tinham uma base neurobiológica.
Esses estudos foram os primeiros registros do que hoje
entendemos por transtorno