Segundo Venturini (2009), a pessoa cega não é apenas alguém que perdeu um sentido cuja
valorização é culturalmente atribuída pelos que enxergam, mas um sujeito que percebe, organiza e
forma suas impressões do mundo por meio dos sentidos do tato, do olfato, do paladar e da audição,
juntamente com os processos psíquicos superiores, ou seja: