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Para Carvalho (2010, p. 129), “a avaliação torna-se inclusiva quando tratada como um processo contínuo e contextualizado, que permite identificar necessidades dos alunos, das suas famílias, das escolas e dos professores. Progressivamente será mais inclusiva, na medida em que, além de acolher todos os alunos, se dispuser a, efetivamente, analisar as variáveis que representam barreiras para a aprendizagem e para participação de todos e com todos”.
Carvalho, Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os pingos nos “is”. 7ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2010, p. 129.
Considerando-se a perspectiva inclusiva de avaliação, é INCORRETO afirmar que(,)