Paciente feminina de 44 anos procura atendimento
psiquiátrico com queixa de angústia. Refere estar
excessivamente preocupada em relação a todas as
rotinas do seu cotidiano (principalmente familiar e
profissional). Diz que os sintomas agravaram há
cerca de 1 ano após término de relacionamento afetivo, mas acredita que sempre foi "nervosa" e relata
que "pensa demais nos problemas".
Qual o diagnóstico mais provável para o caso clínico
relatado?