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O exame anatomopatológico da vesícula biliar de uma paciente de 44 anos identificou a presença de lesão exofítica pardo-acinzentada no fundo vesicular, com algumas excrescências friáveis, a qual mediu 3,2 cm no maior eixo. À microscopia, tratava-se de lesão epitelial glandular intraluminal não invasiva, com configuração predominantemente papilar e fenótipo biliar, apresentando pleomorfismo e hipercromasia nuclear e áreas cribriformes e/ou sólidas. A partir dessas informações, qual das alternativas determina o diagnóstico provável dessa alteração?