Feministas assumidas ou não, as mulheres forçam a
inclusão dos temas que falam de si, que contam sua própria
história e de suas antepassadas e que permitem entender as
origens de muitas crenças e valores, de muitas práticas sociais
frequentemente opressivas e de inúmeras formas de
desclassificação e estigmatização.
De certo modo, o passado já não nos dizia e precisava ser
reinterrogado a partir de novos olhares e problematizações, por
meio de outras categorias interpretativas, criadas fora da
estrutura falocêntrica especular.
Margareth Rago. Epistemologia feminista, gênero e história.
In: Joana Pedro e Mirian Grossi (Org.). Masculino, feminino, plural.
Florianópolis: Mulheres, 1998. (com adaptações).
A respeito do tema tratado no fragmento apresentado, assinale a
opção correta.