Conforme a obra “Compêndio de análise institucional e outras correntes: teoria e
prática” (BAREMBLITT, 2002):
“(...) consiste em que as comunidades mesmas, como protagonistas de seus problemas,
necessidades, interesses, desejos e demandas, possam enunciar, compreender, adquirir ou
readquirir um pensamento e um vocabulário próprio que lhes permita saber acerca de sua vida, ou
seja: não se trata de que alguém venha de fora ou de cima para dizer-lhes quem são, o que podem,
o que sabem, o que devem pedir e o que podem ou não conseguir. Este processo (...) das
comunidades é simultâneo ao processo de auto-organização, em que a comunidade se articula, se
institucionaliza, se organiza para construir os dispositivos necessários para produzir, ela mesma, ou
para conseguir os recursos de que precisa para a manutenção e o melhoramento de sua vida sobre
a terra.” (p. 17).
O processo acima descrito pelo autor se refere à: