No início do segundo mês de vida, o rosto humano torna-se um percepto visual privilegiado, preferido
a todas as outras “coisas” do ambiente do bebê. Agora o bebê é capaz de isolá-lo e distingui-lo do plano
de fundo. Investe nele sua atenção completa e prolongada. No terceiro mês, este “voltar-se para”, em
resposta ao estímulo do rosto humano, culmina em uma res posta nova, claramente definida, e
específica da espécie. Nessa ocasião, o progresso da maturação física e do desenvolvimento
psicológico do bebê permite-lhe coordenar pelo menos uma parte de seu equipamento somático e usá-lo para a expressão de uma experiência psicológica; ele agora responderá ao rosto adulto com um
sorriso. São características do estágio do desenvolvimento de René Spitz o (a):