Por muito tempo, não se perguntou, por exemplo, sobre a educação dos negros, dos indígenas ou sobre as especificidades da
educação feminina nos diferentes momentos do passado. Hoje, essas questões são fundamentais para o entendimento do que
foi, do que é a educação brasileira. Mesmo assim muitos ainda teimam em não querer enxergar que são profundamente
diferentes as histórias da educação do homem e da mulher, da criança e do adulto, do negro, do branco, do indígena e do judeu…
Enxergar o “outro” continua exigindo um grande esforço principalmente para os que não ocuparam o lugar dos que pouco
puderam falar ou escrever ao longo da história.
(Lopes e Galvão, 2001: p. 41.)
Reconhecendo a necessidade de enfrentar essas questões, o Brasil adotou as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais, tendo as escolas um papel importante a cumprir nesse debate e interferir
pedagogicamente na construção de uma pedagogia da diversidade. Sobre o exposto, é INCORRETO afirmar que: