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Em uma consulta de rotina, uma criança pré-escolar de 2 anos e 5 meses, sexo feminino, é avaliada pelo pediatra. A família relata que, desde que começou a frequentar a escola, a criança apresenta episódios de febre e tosse, quase mensalmente, nos últimos 12 meses. Nos últimos 6 meses, a menina precisou de antibióticos em três ocasiões: esteve internada por pneumonia bacteriana em unidade de terapia intensiva e teve duas infecções de ouvido. A radiografia do tórax feita durante a internação revelou um padrão consolidado característico de pneumonia. Além disso, teve outras duas internações anteriores: por gastroenterite com desidratação, aos 8 meses, e por celulite facial associada à sinusite, aos 2 anos. Seu calendário vacinal está atualizado. A menina tem uma alimentação variada, mas consome poucos vegetais. Recebeu suplemento de vitamina D até os 18 meses, porém não tomou suplementação de ferro devido à resistência em ingerir o medicamento. Nas avaliações de crescimento, o peso e a altura permanecem estagnados nos últimos quatro meses.
Frente à suspeita diagnóstica mais provável, qual deve ser a conduta médica correta?