Em 1970, o “problema de aprendizagem” era
tido como um problema que tinha como causa uma
disfunção neurológica não detectada em exame
médico, chamada disfunção cerebral mínima – DCM.
Esse “problema”, em muitos países e também no
Brasil, era tratado por médicos, e ainda hoje esses
profissionais são procurados pelas famílias para
fornecerem algum diagnóstico. Bossa (2011, p. 77)
destaca que, numa concepção patologizante, o
rótulo DCM foi apenas um dentre os vários
empregados para camuflar problemas que, na
verdade, têm origem: