Agentes anti-histamínicos de segunda geração
apresentam uma menor lipossolubilidade quando
comparados aos anti-histamínicos de primeira geração e,
portanto, não atravessam a barreira hematoencefálica
tão facilmente. Sendo assim, a segunda geração de
anti-histamínicos não é tão sedativa, entretanto, como
ambos se ligam ao receptor de histamina H1, tais
agentes apresentam a mesma: