Ao discorrer sobre o processo sócio-histórico
de emergência do Serviço Social no Brasil, Marilda
Iamamoto (1992) afirma que a profissão surge como
parte de um movimento social amplo, em resposta às
novas determinações da “questão social” no âmbito
do capitalismo monopolista, com uma justificação
teórico-ideológica e compromissos sociopolíticos com
o reformismo conservador.