Sobre as lesões desmielinizantes da esclerose múltipla observadas na RM de crânio e colunas, segundo os critérios de McDonald 2010 e 2017, é correto afirmar:
A
Três lesões periventriculares na interface caloso-septal e uma na medula cervical, com hipersinal em T2, sendo duas com realce após contraste, definem a disseminação temporal, mas não a disseminação espacial das lesões.
B
Mais de três lesões periventriculares na interface caloso-septal e duas lesões na medula cervical, com hipersinal em T2, mesmo sem realce após contraste, definem a disseminação espacial e temporal das lesões.
C
Três lesões periventriculares na interface caloso-septal, uma infratentorial e duas na medula cervical, com hipersinal em T2, sendo duas dessas lesões com realce após contraste, definem a disseminação espacial e temporal das lesões.
D
Mais de três lesões periventriculares na interface caloso-septal, com hipersinal em T2, sem realce após contraste, já definem a disseminação espacial e temporal das lesões.