A Semana de Arte Moderna se insere nos movimentos
políticos e sociais da década de 1920 no Brasil, como o
tenentismo e a organização dos trabalhadores. Seus
antecedentes estão nas duas décadas anteriores, quando
artistas e intelectuais brasileiros egressos da burguesia ou ligados à elite paulista passaram temporadas na
Europa e aí travaram contato com as ideias resultantes
da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Sob a
designação de modernismo, tendências vanguardistas
como dadaísmo, futurismo, cubismo, expressionismo e
outras pretendiam romper com a arte tradicional e
introduzir padrões mais livres para a criação artística.
O principal objetivo da Semana de Arte Moderna foi: