CAMARGO (2009) critica a tendência das
instituições arquivísticas de recusar a incorporação de
recortes nos arquivos pessoais, alegando que “as
informações neles contidas continuam acessíveis nas
coleções de periódicos existentes em outros lugares”.
Esta abordagem focada somente na informação deixa
de considerar a incorporação, pelo contexto de uso, de
suas: