Por dois momentos deu-se o encontro entre o marxismo e a
geografia na história do pensamento geográfico. O primeiro foi a
década dos anos cinquenta, no imediato pós-guerra, com o grupo
dos geógrafos franceses da geografia ativa (em seu contraponto
com a geografia aplicada). O segundo, o recente dos anos setenta,
que junta desde os ativistas do periódico Antipode da “geografia
radical” até os geógrafos brasileiros da chamada “geografia
crítica”. (Moreira, 2004, p. 21).
Considerado como um dos expoentes da geografia crítica: