Conhecido por suas inovações técnicas no campo da psicanálise, e
colaborador íntimo de Freud, o psicanalista húngaro S. Ferenczi
acreditava que a transferência era um fenômeno emocional,
irredutível à comunicação através de representações.
Para ele, há um primado dos processos identificatórios apoiados
em fatores emocionais, donde a importância para o analista da
faculdade de “sentir com”, também compreendida como
capacidade de