No Brasil, a taxa de mortalidade infantil — um indicador que estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o primeiro ano de vida e reflete as condições de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutura ambiental — bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil são quase 2,5 vezes superiores na população indígena em relação à população geral.