Sobre o cotidiano das mulheres no final da Idade Média,
na Europa, constata-se que "a mais flagrante fixação
jurídica da 'inferioridade' das mulheres é a instituição da
tutela do sexo masculino sobre o feminino, ancorada em
quase todas as legislações, que implicava uma limitação
da capacidade jurídica de todas as mulheres".
OPTIZ, Claudia. O cotidiano da mulher no final da Idade Média
(1250-1500). In: PERROT, Michelle; DUBY, Georges (dir.). História
das Mulheres no Ocidente.
v. 2. Porto: Edições Afrontamento,
1993. p. 356.
Nesse sentido, acerca do papel das mulheres em finais
da Idade Média é correto afirmar que: