Ao estabelecerem lente analítica sobre a
determinação social da atividade física, Palma,
Paiva e Araújo (2022) problematizam as taxas
de sedentarismo e os discursos a elas
conectados. Consequentemente, mirando o
contexto brasileiro de 2022, os autores listam
aspectos a serem considerados: “Pensar a
saúde, ou a prática de atividades físicas, no
Brasil de hoje, nesse sentido, requer
compreender a sistemática perda de direitos; o
desmonte nos serviços públicos, como no caso
do Sistema Único de Saúde; as condições
sócio-político-econômicas vigentes; (Palma;
Paiva; Araújo, 2022, p.63)”.
Em suma, Palma,
Paiva e Araújo (2022) defendem que o tratamento das relações entre saúde e
atividade física demanda a reflexão sobre