A diversidade étnico-cultural nos mostra que os sujeitos sociais, sendo históricos, são, também, culturais. Essa constatação
indica que é necessário repensar a nossa escola e os processos de formação docente, rompendo com as práticas seletivas,
fragmentadas, corporativistas, sexistas e racistas ainda existentes.
(GOMES e SILVA, 2006, p. 25.)
A formação continuada deveria ser uma premissa em qualquer profissão. Mas quando se trata do caso específico de um
professor, que se prepara do ponto de vista teórico e pedagógico para o ingresso no mundo educacional, essa questão é
premente. Em relação às questões ligadas à diversidade étnico-cultural, em se tratando especificamente do professor da
área de história: