Jonas, delegado de polícia, deflagrou um inquérito policial para
apurar a prática de crime de roubo circunstanciado pelo emprego
de arma de fogo. Contudo, meses após o início das investigações
e esgotadas todas as diligências policiais cabíveis, não logrou
êxito em apurar a autoria delitiva.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código de
Processo Penal e os entendimentos doutrinário e jurisprudencial
dominantes, é correto afirmar que o delegado de polícia: