O pensar historicamente é fundamental para que os alunos tenham a capacidade de conceber diferentes modos de viver. O anacronismo, compreendido como o grande pecado do historiador, tem uma relação diferente com o ensino de História, pois
A
é um fardo inevitável ao historiador e ao professor de História, de forma que deve ser minimizado, pois o passado não é estático, colocado em um tempo-espaço de imobilidade.
B
pode ser usado como ferramenta de humor para tornar as aulas de História mais cativantes, o que não demanda correções do professor, visto que a escrita da História se dá no espaço de mediação entre duas culturas, dois sistemas de conceitos.
C
com a maior participação dos alunos como protagonistas do processo de construção do conhecimento, questionamentos que envolvem o anacronismo podem ser propícios para evidenciar que a compreensão da História requer deslocamento temporal e empatia.
D
está relacionado com o ensino de História em que conteúdos são apresentados de forma estática e não relacionados entre si.
E
possibilita o exercício da criatividade, da ficção, que potencializa o processo de aprendizagem, o que significa que pode ser estimulado sem clareza e objetivo.