Abelardo, membro de organização criminosa voltada à
prática de furto e roubo de veículos, foi encarregado de matar
Carla, sua comparsa de crime, porque ela teria prestado, em
interrogatório policial de inquérito no qual era investigada,
informações relevantes à investigação policial sobre a
organização. Para a prática do crime, Abelardo valeu-se de arma
de uso permitido, com numeração raspada, que possuía há pelos
menos dois anos.