Suponha que um aluno apresente a seguinte queixa:
“A nossa aula de matemática não é diferente, é sempre
a mesma coisa: a professora chega, dá a matéria, bota
no quadro de giz, explica, a gente copia no caderno e
começa a fazer um monte de exercícios; sempre foi
assim, toda a minha vida…”.
Para Fernando Becker (Educação e construção do conhecimento, 2012), essa fala revela a repercussão em sala
de aula de uma concepção epistemológica, mesmo que
inconsciente, do professor, que acredita