S.S.R., de 24 anos, sexualmente ativa, apresenta-se na
clínica queixando-se de dor pélvica moderada há três
dias. Ela menciona também disúria ocasional e um leve
sangramento vaginal irregular após o término da
menstruação, que ocorreu há cerca de uma semana. Ela
não tem parceiro definido e relata múltiplos parceiros
sexuais nos últimos seis meses. Durante a anamnese,
revelou ter tido um DIU inserido há aproximadamente
dois meses. Ao exame físico, apresenta febre baixa e
dor à palpação no abdome inferior, com sensibilidade à
mobilização do colo uterino durante o exame especular.
Não são observadas secreções purulentas evidentes.
Testes laboratoriais incluem leucocitose no hemograma
e aumento da proteína C reativa. A ultrassonografia
transvaginal revela espessamento da parede tubária e
pequeno acúmulo de líquido na pelve. Com base neste
caso clínico, qual é o próximo passo mais apropriado na
abordagem diagnóstica e/ou terapêutica?