O trabalho com as práticas corporais
indígenas na Educação Física escolar é
fundamental para a construção de um processo
pedagógico crítico e potente. Nesse sentido,
Pereira (2021) reflete sobre a tematização das lutas
indígenas. Uma das lutas descritas pela autora no
livro ocorre da seguinte forma: “A luta é realizada
com os adversários ajoelhados e se inicia quando o
chamado kindotoko, que quer dizer “dono da luta”,
caminha até o centro da arena e chama pelo nome
o seu adversário” (Pereira, 2021, p. 91).
A descrição
anterior caracteriza a seguinte luta: